terça-feira, 3 de abril de 2018

ESPORTE & LAZER

CAMPEONATO INTERCLASSE 2018

 Alunos do  turno vespertino que treinam Beach Soccer, no contra-turno,  na arena prof. Jorge Luiz,
no Centro de Ensino Foto Manoel Beckman.
Foto divulgação


O instrutor de Educação Física prof. Jorge Luiz Ferreira já iniciou suas atividades com os alunos para a temporada do campeonato Interclasse de Beach Soccer, edição 2018, no Centro de Ensino Manoel Beckman.
A prévia denominada Torneio de Desafio tem por objetivo selecionar os alunos dos turnos matutino e vespertino, que disputarão o campeonato, com a possibilidade de participarem dos Jogos Escolares Maranhense, nessa modalidade, ainda este ano.
O final do Torneio de Desafio está previsto para 6 de abril, sexta-feira, às 17h, com a disputa  das turmas classificadas no torneio: a turma 102, matutino, contra a turma 301, vespertino.
Os jogos estão sendo realizados na arena Prof. Jorge Luís, no Centro de Ensino Manoel Beckman.

domingo, 1 de abril de 2018

SOCIAL


PÁSCOA
Significado para os cristãos
Fonte: https://www.suapesquisa.com/pascoa/pascoa_crista.htm

Foto divulgação: Jesus Cristo ressuscitado

 “A Páscoa para os cristãos é a celebração da ressureição de Jesus Cristo, que ocorreu no terceiro dia após sua morte na cruz, de acordo com o Novo Testamento da Bíblia. Portanto, a Páscoa é um fundamento da fé cristã.
A ressureição de Cristo é considerada pelos cristãos como uma esperança viva dada por Deus aos homens. 
Importância 
O domingo de Páscoa é muito importante para os cristãos. As igrejas costumam tratar a data de forma festiva e feliz, pois ela simboliza a esperança e a vida nova em Cristo. 
A Semana Santa – tradição religiosa católica 
Com início no Domingo de Ramos, a semana santa é aquela que antecede a Páscoa e onde ocorre a celebração da Paixão de Cristo, sua morte na cruz e a ressurreição. 
Símbolos da Páscoa Cristã 
§  Cruz: simboliza a vitória de Jesus sobre a morte, a salvação e a ressureição. 
§  Pão e vinho: na última ceia, Jesus disse que o pão era seu corpo e o vinho seu sangue. O pão e o vinho foram oferecidos aos seus discípulos. Eles representam a vida eterna. 
§  Cordeiro: Jesus é o cordeiro de Deus, sacrificado para salvar toda a humanidade.”
Desejamos a todos os companheiros deste Centro de Ensino, que em cada coração haja o verdadeiro sentido da Pascoa. A certeza da vida, que devemos lutar para não deixar morrer em nós os sonhos, a esperança, a fé, o amor, o perdão e a força, porque a Páscoa é tudo isso.  É ressurreição e a vitória da vida sobre e morte.
Que haja o amor de Deus em nós se renovando dia após dia.

segunda-feira, 26 de março de 2018

OPINIÃO


Para reflexão, um texto da jornalista Juliana Gragnani, da BBC Brasil em Londres, sobre a atual discussão dos Direitos Humanos:


O QUE SÃO DIREITOS HUMANOS E POR QUE HÁ QUEM ACREDITE QUE SEU PROPÓSITO É A DEFESA DE "BANDIDOS"?

Por Juliana Gragnani

25 março 2018


Na semana passada, o assassinato da vereadora carioca Marielle Franco (PSOL) fez com que brasileiros debatessem o que significam exatamente os direitos pelos quais ela lutava, gerando acaloradas discussões online.
De um lado, aqueles que lamentavam a perda de uma política ativa na defesa dos negros, dos homossexuais e dos moradores de comunidades carentes, e do outro, insinuações de que como defensora dos direitos humanos ela "defendia bandidos" e que isso poderia ter uma relação com seu assassinato.
Mas afinal, o que são direitos humanos? Defender os direitos humanos é defender bandidos? E há razões para o conceito ser comumente relacionado a determinados grupos políticos?
Direitos humanos são os direitos básicos de todos os seres humanos, como, simplesmente, o direito à vida. Mas pode ser também o direito à moradia, à saúde, à liberdade, à educação.
"São muitos direitos - civis e políticos, como o direito ao voto, à liberdade. E o direito ao devido processo legal", diz a advogada especialista em direitos humanos Joana Zylbersztajn, doutora em direito constitucional pela USP e consultora da Comissão Interamericana de Direitos Humanos na OEA (Organização dos Estados Americanos).
Para Maira Zapater, professora de Direito Penal da FGV e doutora em Direitos Humanos pela USP, "a democracia é praticamente sinônimo dos direitos humanos".
"A escolha do representante se dá pelo método da maioria. Para que essa escolha aconteça, há diversas premissas: o direito ao voto, por exemplo, e que as minorias tenham seus direitos resguardados", afirma. "É o único regime em que é possível assegurar os direitos humanos."
Direitos e impunidade
Uma pesquisa realizada pelo Datafolha, encomendada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, em 2016, apontou que 57% da população de grandes cidades brasileiras concorda com a frase "bandido bom é bandido morto". Na prática, a afirmação é uma violação aos direitos humanos. Significa que mais da metade da população de grandes cidades defende a justiça feita pelas próprias mãos, atropelando o devido processo penal do Estado democrático de direito e defendendo o fim da vida de alguém, ou seja, violando o princípio mais básico dos direitos humanos: o direito à vida.
Zylbersztajn lembra que "uma pessoa que comete crime tem direito à defesa, ao devido processo legal, e que cumpra pena à qual ela foi julgada". "Os direitos humanos não vão garantir impunidade, vão garantir que a pessoa tenha defesa, tenha um processo justo. Isso é difícil de entender, às vezes", diz, citando os sentimentos de "vingança", de "não querer que criminosos tenham direitos protegidos".
"É natural para o ser humano sentir isso. Mas o Estado não pode oficializar o direito de vingança."
A proteção dos direitos humanos de criminosos garante que os direitos humanos sejam universais.
"Criminosos também têm esses direitos, o que não tira sua responsabilidade pelos crimes que cometeram. Eles têm direito à vida, de não ser torturados. Direitos humanos são de todos", diz Rogério Sottili, diretor-executivo do Instituto Vladmir Herzog que foi secretário nacional de Direitos Humanos nos governos Lula e Dilma Rousseff (PT).
Zylbersztajn cita um estudo da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República feito há dez anos que mostrou que a percepção negativa dos direitos humanos era algo muito mais "vociferado" do que de fato percebido dessa maneira pelas pessoas.
Ou seja, direitos humanos serem coisa de "bandido" seria muito mais um discurso do que uma crença verdadeira. Quando questionadas, as pessoas identificaram direitos básicos como o que são de fato: saúde e educação para todos, entre outros.
História
Não há consenso sobre a origem dos chamados direitos humanos. Estudiosos citam diversos momentos da história em que determinados direitos foram reivindicados ou garantidos por diferentes grupos. Mas há alguns momentos-chave citados pela maioria.
Filósofos da Idade Média e do início da Idade Moderna já falavam em seus livros que humanos tinham direitos fundamentais, explica à BBC Brasil o americano Samuel Moyn, professor de direito e história da Universidade Yale e autor do livro The Last Utopia: Human Rights in History (A Última Utopia: Direitos Humanos na História, em tradução livre). Mas ele diz que só nas revoluções que levaram à independência dos Estados Unidos em 1776 e a Francesa, em 1789, normatizaram esse conceito.
Mais citado entre todos os especialistas, o documento que organizou e internacionalizou essas normas foi a Declaração Universal de Direitos Humanos, de 1948, da ONU, criada depois da Segunda Guerra Mundial.
"No Holocausto, não era uma verdade que todas as pessoas tinham os mesmos direitos por serem pessoas. Os homossexuais, os negros, os judeus eram considerados como não pessoas e, portanto, não tinham direito à vida. Pelo simples fato de serem quem era, deveriam ser retirados da sociedade", diz Zapater.
"É com a Declaração Universal dos Direitos Humanos que surge a noção contemporânea de que determinados direitos não podem ser retirados das pessoas por ninguém sob qualquer pretexto", afirma. "Quando a pessoa é condenada por um crime, ela tem seu direito de ir e vir restringido, mas não perde outros direitos porque não deixou de ser uma pessoa."
Disputa ideológica
Desde sua sistematização, porém, os direitos humanos sempre foram disputados por diferentes forças: a progressista, de um lado, e a conservadora de outro, por exemplo.
"Em todos os lugares, direitos humanos são usados para defender minorias. E em todos os lugares direitos humanos são então tratados retoricamente como um plano partidário", afirma Moyn.
Direito de imagem GETTY IMAGES Image caption Direito ao voto, à liberdade e ao devido processo legal são direitos humanos
Ele explica que a esquerda e a direita, como ideias, têm origem na Revolução Francesa, quando os direitos humanos estavam associados à redefinição de o que significava ser um cidadão moderno. "Muitas pessoas prefeririam viver em uma sociedade em que os direitos humanos não precisassem ser garantidos, porque interferem na hierarquia da sociedade", afirma.
No século 18, diz Zapater, surge o posicionamento de que o Estado não tem o direito de tirar a vida, de restringir a liberdade religiosa ou a de ir e vir. A defesa dessas liberdades era encampada pela direita em seu início. "Os liberais, que falam que o Estado não deve intervir, são aqueles que historicamente defendiam o direito à liberdade" -portanto, os que, no início, defendiam direitos humanos.
O papel do Estado na garantia dos direitos humanos divide, então, os campos ideológicos.
"A esquerda, alinhada com o marxismo do século 19 e 20, diz que o Estado tem sim que realizar intervenções porque o fato de as pessoas serem iguais perante a lei não quer dizer que vão ser iguais na prática. O Estado tem que assegurar os direitos, tais quais o direito à educação, tomando determinadas medidas."
Moyn diz que atualmente a revolução se dá de outra forma. "Hoje, os direitos humanos atraem uma nova forma de mobilização: não a revolução política, mas a informação sem violência e o ativismo legal", afirma.
O debate no Brasil
O debate sobre a expressão dos direitos humanos chega ao Brasil no fim da ditadura militar no país (1964-1985), quando se começa a denunciar a violação dos direitos dos presos políticos, segundo Zapater. A transição da ditadura para a democracia foi o período em que se discutiu as limitações do uso abusivo da força policial. Foi quando ativistas passaram a reivindicar a proteção aos direitos humanos dos presos políticos.
E os direitos fundamentais, da vida, das liberdades civis, segurança, o direito de não ser acusado de forma arbitrária, tudo isso foi incorporado à Constituição de 1988.
Como a defesa aos direitos humanos, porém, se tornou no Brasil e outros lugares sinônimo de defesa a "bandidos"?
Especialistas têm diferentes hipóteses para explicar o fenômeno.
Na visão do sociólogo Sérgio Adorno, coordenador do Núcleo de Estudos da Violência da USP, e de Zapater, da FGV, essa associação se consolidou após o fim da ditadura.
Adorno diz que durante a transição, houve "uma verdadeira explosão de conflitos" no Brasil, "homicídios associados com quadrilhas que disputavam territórios no controle do crime organizado onde habitam trabalhadores de baixa renda e a polícia". "Foi gerando a percepção que a democracia não era suficiente para conter a violência. Com isso, aqueles que eram herdeiros da ideia de que havia segurança na ditadura mobilizaram de maneira eficaz a ideia de que direitos humanos era para bandidos, e não para cidadãos."
A consolidação dessa associação teria se dado no fim dos anos 1980 e ao longo dos 1990.
Zapater cita o papel da imprensa sensacionalista como propagadora da mensagem. "Quando se tem a democratização em 1985, se libera uma série de programas (de TV) sensacionalistas, que exploram crime violentos com o discurso de que 'direitos humanos são direitos de bandidos', reformulando a ideia que já vinha se disseminando no senso comum nos anos 1970", diz.
Direito de imagem ONU Image caption Declaração Universal atesta que direitos humanos têm de ser para todos, mas muitos não se sentem incluídos.

A mensagem transmitida, segundo ela, era a seguinte: "Se os direitos dessa pessoa que roubou, mataram ou estupraram não tivessem sido defendidos, ela não estaria em liberdade, não teria praticado esse crime". Apresentadores de programas de rádio sensacionalistas comumente se elegeram para cargos como de vereadores ou de prefeitos encampando esse discurso, lembra ela.
"Se elegeram falando: 'Vou colocar a Rota na rua' para dizer 'aqui a gente não dá direitos humanos para bandido'", diz, citando frase notória do ex-prefeito de São Paulo, Paulo Maluf, hoje preso em Brasília.
O discurso é convincente, segundo ela, porque explora o medo legítimo das pessoas. A ideia é: "Vou fazer o medo e a sua sensação de insegurança diminuir, perseguindo os bandidos".
"As pessoas não entendem que a garantia de seu direito à vida depende do direito à garantia à vida de todos, inclusive de quem é acusado de um crime. E que muitas vezes isso vai atingir quem não é acusado de crime."
Sottili, do Instituto Vladmir Herzog, também cita a mídia como causadora dessa percepção. "A mídia brasileira é muito elitista, e acaba produzindo uma visão que privilegia um olhar. Seu controle social estabelece que determinados grupos não devem ter direitos. Qualquer pessoa ou movimento que tente defendê-los são discriminados", afirma.
'Amadurecimento'
Mas, ao longo dos anos 1990 e 2000, observa Adorno, houve um "amadurecimento da militância dos direitos humanos" frente ao discurso vigente, que passou a tratar também "dos temas ligados à segurança e polícia, condenando o uso abusivo da força, mas dizendo que era preciso ter condições de trabalho adequadas aos policiais". Ou seja: articulando interesses sociais diferentes para "construir uma sociedade com controle legal da violência".
"Isso teve um impacto muito grande e confesso que até muito recentemente considerava essa questão de 'direitos humanos são para bandidos' como algo superado", desabafa.
Marielle Franco, por exemplo, foi assessora da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, onde prestou auxílio jurídico e psicológico a familiares de vítimas de homicídio ou de policiais mortos.
"Com suas bandeiras, ela defendia muito mais nossos policiais do que nós fomos capazes de compreendê-lo e de fazê-lo", escreveu no Facebook o coronel Robson Rodrigues, ex-chefe do Estado Maior da Polícia Militar do Rio. Marielle contava ter ingressado na militância por direitos humanos depois que perdeu uma amiga vítima de bala perdida num tiroteio entre policiais e traficantes no Complexo da Maré, no Rio.
Direitos humanos a quem, se poucos os têm?
Há outras hipóteses para a percepção negativa dos direitos humanos. Adorno, por exemplo, observa que a sociedade não conseguiu universalizar os direitos fundamentais e que isso teria aprofundado o desgaste em relação ao conceito.
"Nas democracias consolidadas, há um fundo de valores que é comum, como a vida, que é direito de todos", diz. "A nossa é uma sociedade que não se reconhece nos direitos universais. A classe média acha que os direitos que ela desfruta são prerrogativas enquanto mérito pessoal, de classe -e isso tem vem da história das sociedades modernas, tem a ver com o liberalismo, o individualismo."
Zylbersztajn tem opinião semelhante. Primeiro, ela diz achar que há um problema básico de comunicação. "Se as pessoas não entendem o que são direitos humanos, é porque não se está explicando direito", opina. Ela também lembra que é difícil identificar os direitos humanos como universais se o Estado não os garante para todos. "O Estado democrático de direito não está presente na vida de todo mundo o tempo todo", diz. "A população não gosta de direitos humanos porque não se identifica como sujeito de direitos humanos. Mais do que isso, ela não identifica o que são direitos."
Para Sottili, uma questão central é que "a cultura da violência é base de todas as relações sociais" no Brasil. "Há pessoas que experimentam no seu dia a dia a discriminação, a subalternidade, o preconceito, a violência física."
Por outro lado, diz ele, quem tem uma "condição de vida razoável acha que seus direitos estão garantidos". "Pelo processo de privatização, ela garante seus direitos, estuda na melhor escola da cidade, tem direito à cultura porque paga por isso. A pessoa mais pobre depende da atuação do Estado."
Para Zapater, há quem não acredite na universalidade dos direitos humanos por causa do "preconceito racional e econômico que falam bem alto". "Existe a ideia de que pessoas negras, periféricas, de classe econômica mais baixa estariam automaticamente associadas ao crime. Então garantir direitos humanos a essas pessoas significa garantir direitos humanos a bandido" -que também deveria ter seus direitos garantidos, de todo modo.
Soluções
Se a causa do problema é diferente na percepção de especialistas, a solução é unânime: educação.
De acordo com Sottili, "é preciso uma construção cultural, um processo de longo prazo. (...) Depois da redemocratização do Brasil, as políticas públicas foram muito intensificadas, mas não conseguiram promover uma mudança cultural que pudesse mudar a percepção dos direitos humanos. Uma cultura de 500 anos você não desconstrói em cinco, dez anos".
Zapater defende educação sobre direitos humanos desde o início, na escola, até a formação dos operadores de direito para que eles também conheçam melhor a questão.

sexta-feira, 23 de março de 2018

AÇÕES PEDAGÓGICAS


O DIA MUNDIAL DA ÁGUA


Instalação realizada pelos alunos bolsistas

O Dia Mundial da Água, 22 de março, foi celebrado no Centro de Ensino Manoel Beckman, com a participação de alunos do turno matutino, em sintonia com o mundo inteiro, que nessa ocasião celebravam o evento, ressaltando a importância desta fonte de vida para o planeta e alertando para os perigos da escassez.
Na ocasião foi promovida exposição e palestra pelos alunos bolsistas do Projeto Reuso de água, Luna Clarisse Lima Guimarães, Rubem Silveira Gomes, Haymê Lorenna Lima Lira e Silas Borges Sousa Soares. Referido projeto é uma parceria com a FAPEMA (Fundação de Amparo à Pesquisa e ao Desenvolvimento Cientifico e Tecnológico do Maranhão), tendo como proponente a supervisora da escola Luizylaura Moura .
A palestra foi fruto da pesquisa bibliográfica sobre a quantidade de água disponível no mundo, no Brasil e no Maranhão e o seu desperdício. Foi abordado ainda os sistemas de abastecimento existentes em nossa cidade e a importância de economizar a água, especialmente por meio da reutilização deste recurso. 
“Destacamos que o objetivo da nossa pesquisa é perceber como os alunos da rede estadual da nossa redondeza estão economizando água e o nível de consciência ambiental que eles apresentam em relação a este bem, que é direito de todo cidadão.  A partir desta percepção, faremos (e já começamos a fazer em nossa escola) um trabalho de educação ambiental nas escolas dos bairros adjacentes, enfatizando, em especial, a importância do reuso de água dos condicionadores de ar e da chuva”, destacou o aluno palestrante.
Vale lembrar que a água é um patrimônio do planeta e que essa data - Dia Mundial da Água - foi instituído pela Organização das Nações Unidas - ONU, em fevereiro de 1993, como data oficial, tendo como objetivo alertar a população internacional sobre a importância da preservação da água para a sobrevivência de todos os ecossistemas do planeta, bem como, comemorar e realizar atividades de reflexão sobre o significado da água para a vida na Terra.

Aluno fazendo palestra sobre a água e e a importância do reuso

Platéia


sexta-feira, 2 de março de 2018

SOCIAL


Aniversariantes de Fevereiro

As aniversariantes Conceição, Fátima e Martha

Em clima de festa foi comemorado, no turno vespertino, o aniversário dos professores nascidos no mês de fevereiro: Conceição Ericeira, dia 02; Marta Aurélia, dia 08; e Fátima Passarinho, dia 18.
Cercadas pelo carinho dos colegas de trabalho, foi cantada a tradicional “Parabéns a você”, canção originária dos Estados Unidos (Happy Birthday to You), composta no ano de 1875 pelas irmãs Mildred e Patricia Smith Hill; e adaptada no Brasil, no ano de 1942 por Bertha Celeste para comemorações de aniversários natalícios.
Após apagaram as velinhas as aniversariantes receberam o abraço dos colegas; e em seguida foram servidos salgados, cremes e doces de muito bom gosto.
O abraço da equipe deste blogger, com os votos de felicidades e muitos anos de vida com muita saúde.

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

AÇÕES PEDAGÓGICAS

Entrega de Livros Didáticos


O Centro de Ensino Manoel Beckman iniciou nesta semana a entrega dos livros didáticos aos alunos do primeiro ao terceiro ano, dos turnos matutino e vespertino.
Esta é uma ação do Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD) do Ministério da Educação. O programa tem por objetivo “avaliar e disponibilizar obras didáticas, pedagógicas e literárias, entre outros materiais de apoio à prática educativa, de forma sistemática, regular e gratuita, às escolas públicas de educação básica das redes federal, estaduais, municipais e distrital e também às instituições de educação infantil comunitárias, confessionais ou filantrópicas sem fins lucrativos e conveniadas com o Poder Público”. (MEC:2019)
Os livros estão sendo entregues aos pais ou responsáveis dos alunos em sua primeira utilização e terão a durabilidade de três anos consecutivos.

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

AÇÕES PEDAGÓGICAS

Carnaval na escola

O Centro de Ensino Manoel Beckman na manhã de sexta-feira, 9, realizou seu primeiro baile carnavalesco, com a participação de alunos e professores, maioria à fantasia, numa demonstração de alegria da maior manifestação popular do Brasil.
O baile na escola surgiu da iniciativa da professora de Arte Renata Sena com a necessidade de preservar a cultura popular brasileira, resgatando as tradicionais marchinhas, a confecção de máscaras, fantasias e outras atividades afins.
Na ocasião houve concurso de melhor fantasia com a participação dos alunos, caracterizados com personagens do cotidiano maranhense. 
A ambientação e decoração ficou sob a coordenação do aluno Marcos do Nascimento Araújo, da turma 303, matutino, que com os demais alunos transformou a área de vivência num verdadeiro templo momesco.